Novo Conhecer
PROF. LÚCIO MAURO LIRA DE LIMA
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
PROTOPENTECOSTE: AÇÕES DO PROTOCITACIONISMO TEOLÓGICO NA PNEUMATOLOGIA DO ANTIGO TESTAMENTO
quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
RUSSELL NORMAN CHAMPLIN: TEÓLOGO DA REENCARNAÇÃO
quarta-feira, 10 de dezembro de 2025
ANEXO 3
PONTO DE VISTA TEOLÓGICO
Jerry Dean Leonard
Obra monumental de 4.342 páginas, letras miúdas, seis volumes bem encadernados, “Versículo por Versículo” é a verdadeira atenuação desta obra exaustiva e enfadonha que trata de quase todas as palavras do Novo Testamento. Características valorosas inclui copiosa matéria introdutória: o texto grego completo e citações sem conta de mestres de todas as épocas e confissões. Contudo, a posição teológica do autor serve de empecilho insuperável para qualquer recomendação da obra, a não ser com sérias reservas. Nas mãos de leigos e obreiros não alertados há de ser muito perigosa. Champlin cita favoravelmente velhos modernistas, como E. Stanley Jones, e outros recentes como Paul Tillich. Suas crenças modernistas incluem: A rejeição do inferno literal e eterno: “Não honramos a Deus por fazer dEle o grande Destruidor de todos os séculos que queima pessoas como se fossem leitões assados, em uma imensa fornalha”. (Vol. 5, p. 230). Restauração além-túmulo: a. Do crente caído: “Essa restauração poderá ter lugar enquanto ele ainda vive na carne, ou, talvez, no além-túmulo, em alguma dimensão do mundo espiritual” (Vol. 5, p. 105). b. Dos incrédulos: “No que concerne aos perdidos, antecipamos que haverá uma “restauração” em contraste com a redenção dos eleitos [...] Cristo será tudo para eles (os perdidos restaurados), a motivação, a alegria, e o propósito de sua existência.” (Vol. 5, p. 97). c. Dos anjos caídos: “Presumimos que os anjos caídos poderão ser restaurados” (Vol. 5, p. 97). Erros na Bíblia: “Aqui, como em muitos lugares, vemos os evangelhos diferindo entre si quanto a minúcias; e às vezes até se contradizem” (Vol. 1, p. 714). Jesus errou: “Não é de modo algum impossível que Jesus, tal como a igreja primitiva após ele, tenha pensado em sua “vinda gloriosa” para estabelecer o “reino dentro em breve”. “Nisso, naturalmente, ele foi desapontado, tal como foram seus discípulos”. (Vol. 1, p. 733). Rejeita a ressurreição material: “Esse corpo ressurreto não será atômico ou material em qualquer sentido”. (Vol. 5, p. 205). Experiência humana como base de doutrina: “A experiência humana prova a realidade tanto da queda como da apostasia, de crentes antes genuínos”. (Vol. 5, p. 328). Champlin também abraça crenças místicas bem diferentes: A possibilidade de reencarnação: “Podemos imaginar como os perdidos poderiam ser envolvidos em muitas encarnações, como parte do seu “estado de perdição [...] provendo-lhes tempo para acharem a Cristo”. (Vol. 1, p. 730). A salvação além-túmulo: “Cristo desceu ao cárcere do hades a fim de pregar, as boas novas aos prisioneiros, para que sua situação fosse revertida e pudesse obter vida espiritual [...] não deveria ser tido como precedente? Seria estranho se alguma porção do seu ministério não tivesse resultados contínuos”. (Vol. 1, p. 211). Comunicação com os mortos: “Diversos exemplos bíblicos mostram que a comunicação com os mortos é algo que ocorre ocasionalmente”. (Vol. 1, p. 694). Espíritos soltos: “É razoável supor [...] que alguns demônios são espíritos humanos de baixo desenvolvimento, os quais, após a morte física, não foram para seu destino final” (Vol. 1, p. 694) Sono da alma: “é possível que alguns casos, após a morte física, a alma durma por um breve período, especialmente se a morte for violenta.” (Vol. 1, p. 585). O corpo como prisão da alma: “esse alvo (a perfeição impecável) não será e nem poderá ser atingido enquanto a alma estiver cativa no corpo”. (Vol. 6, p. 257) Os teólogos da confissão calvinista não gostarão da grande ênfase de Champlin sobre o livre arbítrio do homem, nem do seu desprezo da doutrina da depravação total (Vol. 5, p. 297, 298), por exemplo. Os eruditos no grego ficarão perplexos que um comentário que salienta o texto original completo de modo geral não trata devidamente a força dos temos, dos artigos, e outros fatores sintáticos da língua grega. Nos estudos dos vocábulos Champlin faz melhor, e até faz contribuição valorosa, mas ainda é capaz de um fora como este: “Nenhuma diferença real pode ser demonstrada entre “filleo” e “agapao” no N.T., logo descobrimos que eram usados como sinônimos” (Vol. 5, p. 168). Nas contribuições de valor estão incluídas a tradução e transmissão dos cinquenta argumentos de Walvoord a favor do arrebatamento pré-tribulacionista (Vol. 5, p. 303). Os que não aceitam esta posição serão desapontados com a refutação fraquíssima que Champlin faz. Também tem numerosas citações e estudos de valor. Faz pena tão grande desperdício de tempo, erudição e dinheiro na publicação. Fosse uma obra ortodoxa seria grande bênção. Infelizmente trata-se antes de um grande perigo para as igrejas fundamentalistas do Brasil. (LEONARD, Jerry Dean. “Ponto de vista teológico”. In: O Batista do Cariri. Juazeiro do Norte-CE: Seminário Batista do Cariri, 1986. pp. 3-6.).
quinta-feira, 15 de maio de 2025
DA ESCOLA PARA A MISSA: A PRESENÇA ESTUDANTIL NAS CELEBRAÇÕES DO MÊS MARIANO
As tradições católico-romanas referentes as
comemorações do “Mês mariano” ultrapassam os séculos. Em face da influência do
Catolicismo Romano na formação da nacionalidade brasileira, especialmente, na
educação, é senso comum, a presença de escolas nas celebrações. Hoje, foi a
vez, das duas Escolas de Referência em Ensino Médio, existentes no município de
Gameleira.
"demônio do meio dia", Pais da
Igreja, metade do mês de maio, meia idade, fase de conflito, não se é jovem,
nem idoso. culto cerimonialista, com atos litúrgicos de reverência aos
elementos do culto, direcionados, principalmente, ao altar. benção e missão dos
professores. discurso de autoajuda, com característica de coach.
Prof.
Lúcio Mauro Lira de Lima
Licenciatura
Plena em Educação Religiosa, Bacharel, Mestre e Doutor em Teologia Modalidade
Livre
FACULDADE
TRANS-AMERICANA DE TEOLOGIA – FASTE
"demônio do meio dia", Pais da Igreja, metade do mês de maio, meia idade, fase de conflito, não se é jovem, nem idoso. culto cerimonialista, com atos litúrgicos de reverência aos elementos do culto, direcionados, principalmente, ao altar. benção e missão dos professores. discurso de autoajuda, com característica de coach.
Prof. Lúcio Mauro Lira de Lima
Licenciatura Plena em Educação Religiosa, Bacharel, Mestre e Doutor em Teologia Modalidade Livre
FACULDADE TRANS-AMERICANA DE TEOLOGIA - FASTE
domingo, 20 de abril de 2025
TIRADENTES E A CONJURAÇÃO MINEIRA
A opressão não tem limites. Muito menos o desejo de acabar com ela. Parece que isso tem sido uma constante no tempo e no espaço na sociedade brasileira.
Confrontado ao longo de nossa existência por regimes opressivos, o povo brasileiro nunca deixou de lutar pela liberdade, mesmo que a luta, muitas vezes, não passasse da fase do sonho, da utopia, não chegando a se concretizar.
Assim foi a Conjuração Mineira de 1789, quando os sonhos dos conjurados de Vila Rica não puderam chegar ao momento da prática revolucionária, como desejavam Tiradentes e seus companheiros.
Delatados, sofreram as mais duras penas infligidas pela Justiça portuguesa, tendo Tiradentes seu corpo esquartejado e exposto pelos caminhos das Minas.
A prisão de Tiradentes e a chegada à capital do Brasil Colônia de outros envolvidos na Conjuração de Minas acabou provocando o fechamento da Sociedade Libertária do Reio de Janeiro. Nesta associação também se conspirava. À meia-voz comentavam-se as mudanças revolucionárias que ocorriam na França.
A dissolução da Arcádia Ultramarina, como a chamavam os portugueses, não pôs fim ao sonho de liberdade, ainda que inúmeros conspiradores fossem presos, assim permanecendo até 1797.
AQUINO, R. S. L.; BELLO, M. A. B. Liberdade? Nem Pensar! O Livro das Conjurações. Rio de Janeiro: Editora Record, 2001.
sábado, 26 de outubro de 2024
TCC SOBRE R. N. CHAMPLIN: DOUTORADO EM TEOLOGIA

TCC DO MESTRADO EM TEOLOGIA
A TEOLOGIA CRISTÃ E A COSMOLOGIA DA RELIGIÃO: SISTEMATIZAÇÃO DE CONHECIMENTOS DE UMA PRÁXIS TEOLÓGICA LIVRE
"A Teologia Cristã e a Cosmologia da Religião: sistematização de conhecimentos de uma práxis teológica livre", tese de autoria de Lucio Mauro Lira de Lima, apresentada em 2008, como requisito parcial para o conclusão do curso de Mestrado em Teologia (Área: Ciências Sociais da Religião), ministrado pela Faculdade Trans-Americana de Teologia (FASTE).
quinta-feira, 7 de setembro de 2023
quinta-feira, 13 de julho de 2023
A independência do Brasil, quando se torna inevitável, é empreendida pela metrópole colonial, que translada para cá a parcela mais vivaz e representativa das classes dirigentes lusitanas e sua burocracia mais competente. Aqui sediada, se mimetiza de brasileira e tão bem organiza a independência para si mesma que continua regendo o Brasil por oitenta anos mais. No curso dessas décadas, enfrenta e vence todos os levantes populares, matando seus líderes ou os anistiando e se incorporando sem ressentimento ao grupo dominante. ( RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo, 1995.).
Tendo como referência inicial o texto apresentado, redija um texto acerca do Período Regencial no Brasil, atendendo ao que se pede a seguir: 1 Contextualize o Período Regencial no Brasil; 2 Discorra sobre as características políticas e sociais do referido período; 3 Aponte no mínimo três dos levantes populares citados pelo autor do texto.
As Regências coincidem com a menoridade do Príncipe Regente, Dom Pedro II. Nesse período, a manutenção do trono, coube às figuras de Diogo Feijó e de Pedro de Araújo Lima. O Imperador possuía figura simbólica.
Essa fase do Brasil Imperial foi caracterizada por dissidências, convulsões sociais e insatisfações políticas, requerendo-se dos Regentes, habilidades conciliatórias e unificadoras.
Em síntese, as Regências ficaram marcadas pela instabilidade política e social. Diante disso, para manter o país no controle imperial se fez necessário reprimir rebeliões como a Balaiada, a Sabinada e a Guerra dos Farrapos.
CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA DO RECIFE. Prova Discursiva: Cargo 6, Professor II, Disciplina História. CEBRASPE. Edital 2023.
sábado, 13 de maio de 2023
ORGANIZAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA DAS CIDADES-ESTADO GREGAS
A cidade de Atenas era uma importante pólis da Grécia, e atualmente temos um conhecimento considerável sobre ela pelo fato de que nos legou uma grande diversidade de documentos escritos. É importante lembramo-nos de que a Grécia organizava-se em diversas pólis, sendo cada uma delas autônoma em relação à outra. Essa forma de organização fez com que, ao longo do tempo, cada cidade grega desenvolvesse uma forma própria de governo.
Foi durante a gestão de Clístenes como legislador em Atenas que uma série de reformas foi realizada em 514 a.C. As reformas de Clístenes são consideradas as responsáveis pelo nascimento da democracia enquanto sistema que amplia a participação popular dentro da política. No entanto, atenção, o conceito de cidadania em Atenas difere bastante do modelo democrático atual.
Com as reformas de Clístenes, a organização social em Atenas ficou da seguinte maneira: 1) Cidadãos: grupo de pessoas nascidas em Atenas e de pais atenienses. Tinham direitos políticos e direito à propriedade. 2) Metecos: nascidos em outras cidades e considerados estrangeiros por isso. Eram bem aceitos na sociedade ateniense, mas não tinham direito à cidadania. Eram obrigados a pagar um imposto anual para Atenas por residir nela. 3) Escravos: geralmente eram prisioneiros de guerra. Não tinham posses, nem direitos políticos.
Por outro lado, Esparta possuía um modelo de polis grega diferente de Atenas. A organização política de Esparta e Atenas era bastante discrepante. Em Esparta o governo era uma Monarquia regida por dois reis, denominada de Diarquia. Os reis espartanos faziam parte de duas famílias abastardas.
A estrutura social espartana estava dividida em espartanos ou esparciatas (aristocratas herdeiros dos dórios que estavam na cúpula); os periecos (habitantes antigos da região da Lacônia que geralmente exerciam funções como o artesanato e o comércio); e os hilotas (escravos que serviam aos esparciatas geralmente no cultivo do solo e na criação de animais, mas não gozavam de nenhum direito político).
A principal característica da sociedade espartana era a exaltação dos valores militares. Por isso, havia intensivo treinamento físico dos jovens, a fim de prepará-los para as guerras. Nas escolas, o ensino da escrita estava voltado apenas para o necessário. O mais importante da instrução era a formação de soldados valentes e fortes. Exigia-se boa saúde e destemor para lutar nas guerras e garantir vitórias contra dos inimigos.
Outro detalhe importante da sociedade espartana era o tratamento dado às mulheres. Desde a infância, as mulheres espartanas recebiam rigorosos treinamentos psicológicos e exercícios físicos militares. Além disso, podiam exercer práticas como ginástica e jogos coletivos, bem como comparecer em reuniões públicas com seus companheiros, ao contrário do que ocorria em outras cidades-estado, como Atenas, que cerceava a liberdade de suas mulheres.





