sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Atividade: 1º Ensino Médio “C”


O QUE A HISTÓRIA ESTUDA?

Talvez você esteja curioso para saber qual foi a intenção ao apresentarmos as imagens da página anterior. Pois bem, introduzimos o assunto com elas porque as mudanças ocorridas nas sociedades humanas são justamente o objeto de estudo da História.
 Mas é preciso dizer que a História não se restringe ao estudo das mudanças; investiga também as permanências, as continuidades, ou seja, aquilo que atravessou o tempo sem se modificar substancialmente. Um exemplo de permanência são as manifestações de machismo na sociedade brasileira atual. Diante de uma barbeiragem no trânsito, por exemplo, é comum ouvirmos: “Só podia ser mulher”. O machismo contido nessa frase é um comportamento antigo; está presente nas terras onde hoje é o Brasil há séculos; ou seja, é uma permanência.
De modo simplificado, podemos dizer, então, que a História estuda as mudanças e as permanências, as experiências coletivas, a longa aventura dos seres humanos sobre a Terra, o passado e o presente, bem como as relações entre um e outro. Daí adotarmos o conceito formulado pelo historiador Marc Bloch: História é o estudo dos seres humanos no tempo. (BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História: Sociedade e Cidadania.  Volume 1. 2ª edição. São Paulo: FTD, 2016, p. 13.)


EXERCÍCIO

Questão Única: Leia o texto acima, faça uma pesquisa sobre o assunto e escreva no seu caderno um texto de sua autoria sobre o tema “O que a História estuda?”

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

 2º EMEJA
RECUPERAÇÃO PARALELA

BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História, Sociedade e Cidadania 2ª edição. São Paulo: FTD, 2016.

A escravidão dificultou o amor entre os escravos, mas não foi forte o suficiente para impedir os sentimentos que brotavam no coração deles. Muitas vezes, depois de um dia de trabalho exaustivo, eles fugiam e andavam horas para visitar a namorada ou outras pessoas queridas sem se importar se seriam ou não castigados por isso. Além disso, geralmente, os escravizados constituíam família. Veja o que uma historiadora diz sobre esse assunto.

Amor e família

Durante muitos anos, os historiadores acharam que o sistema escravista havia massacrado de tal forma homens e mulheres escravos que eles se tornaram um grupo absolutamente dominado e sem vontade própria. Para esses historiadores, não havia sido dada ao escravo nem mesmo a oportunidade de constituir família, organização básica de apoio e de identidade social para todos os seres humanos. Os senhores não teriam permitido que escravos casassem. Em suma, os historiadores acreditavam que eles eram tratados como “coisa” ou, no máximo, como animais para quem só valia a vontade do dono.
Diversos estudos atuais, entretanto, vêm demonstrando que a situação não era bem assim. Boa parte dos escravos constituía família, sendo essa importantíssima para suas vidas. Concluíram ainda que aos senhores interessava que eles se unissem em família para melhor se adequar à vida no cativeiro. Revelaram também que separar filhos pequenos de seus pais era atitude rara. Crianças de até doze anos de idade, na quase totalidade dos casos, viviam com seus pais ou, pelo menos, com suas mães. (FARIA, Sheila de Castro. Viver e morrer no Brasil Colônia. São Paulo: Moderna, 1999. p. 16).

a) Explique as diferenças entre as duas visões sobre os escravizados citadas no texto.
b) O que se descobriu recentemente sobre a vida pessoal dos escravizados?
c) Segundo a autora, a família é uma organização básica de apoio e identidade social para todos os seres humanos. Vocês concordam com essa afirmação? O que a família é para vocês?

quinta-feira, 6 de junho de 2019

A LEI MARIA DA PENHA



CAPÍTULO II
DAS FORMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER
Art. 7º São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, entre outras:
I - a violência física, entendida como qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal;
II - a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da autoestima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, violação de sua intimidade, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação; 
III - a violência sexual, entendida como qualquer conduta que a constranja a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada, mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força; que a induza a comercializar ou a utilizar, de qualquer modo, a sua sexualidade, que a impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio, à gravidez, ao aborto ou à prostituição, mediante coação, chantagem, suborno ou manipulação; ou que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos;
IV - a violência patrimonial, entendida como qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades;
V - a violência moral, entendida como qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria.



terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

1.2. Agricultores e pastores


No período Neolítico, os humanos desenvolveram a agricultura e a domesticação de animais. Por isso, os grupos humanos daqueles tempos ficaram conhecidos como agricultores e coletores.
Nas aldeias neolíticas, o trabalho era dividido de acordo com o sexo e a idade. As mulheres dedicavam-se à agricultura, ao preparo de alimentos e cuidavam das crianças. Já os homens cuidavam dos rebanhos, caçavam, pescavam, construíam e respondiam pela segurança do grupo. As crianças, ao que parece, ajudavam os pais nas tarefas diárias.
A prática da agricultura teve um impacto grande sobre a vida social. Entre as mudanças que essa prática favoreceu, cabe citar: a sedentarização, a produção de novos instrumentos de trabalho e a invenção da cerâmica (barro modelado e cozido).

BOULOS JÚNIOR, Alfredo. História, Sociedade e Cidadania. 2ª edição. São Paulo: FTD, 2016.


sexta-feira, 10 de agosto de 2018

VOCÊ CIDADÃO!

d) Em grupo. Debatam, reflitam e organizem uma lista com sugestões concretas e explícitas para melhorar a democracia brasileira. Postem-na no blog da turma. (BOULOS JÚNIOR, 2016, p. 175).

José Vitor



Cidadania, Honestidade, Comunhão, Ética, Gentileza, Educação e SORRISOS! (José Vitor, 1° A).







Luana
Presidentes honestos, direitos iguais para todos, respeito, ótima educação, diminuir a desigualdade social, acabar com a corrupção, salário digno para todos. Aumentar o salários dos professores, pois eles são o futuro dos nossos jovens, reduzir a violência, emprego para todos, moradia para os desabrigados. O Brasil precisa mudar. Urgente! (Luana, 1° A - EENSP).



Gabriel Olavo


Observar bem, escolher o certo e não insistir em corruptos. (Gabriel Olavo, 1° A - EENSP).

quarta-feira, 21 de março de 2018

O Que é Imperialismo?



Bem, o imperialismo foi uma disputa por várias colônias com o mesmo objetivo de intensificar em mercados consumidores e também  por áreas de produções  de matéria- prima. Além disso, eles fixavam em oportunidades de investimentos, para seus capitais e colônias para mudar parte do incidente populacional. Que por consequência alguns pensadores europeus, inventaram uma teoria chamada de Darwinismo Social. Segundo essa teoria, igual à espécie que passa por uma evolução, a raça humana tinha que evoluir assim como as espécies. Essa teoria é completamente racista onde ensinam e praticam que a raça negra é inferior a branca, como também a amarela. Naquela época ocorreu uma grande dominação imperialista. 

Adriane Alves
Estudante do 3° Ano do Ensino Médio "A".
Escola Estadual N. Senhora da Penha

quinta-feira, 8 de março de 2018

A TEORIA DO DIREITO DIVINO DOS REIS


Danielly Oliveira¹


O bispo francês Jacques Bossuet defendia que o poder do rei emana de Deus. Ele seria o representante de Deus, então, nada poderia dar errado. Para Bossuet, o mesmo, tinha uma teoria chamada "Teoria do direito divino dos reis", ou seja, ele acreditava que seu deus iria prover este império, até a sua queda. Justamente por isso que ele fez uma divisão de trabalho. O deus imortal, o qual devia todo o fundamento do universo e o deus mortal, aquele que recebeu a missão de administrar o império e juntamente comandar os súbitos.
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¹ A AUTORA: Nasceu em 5 de Janeiro de 2003, cursa o  2° Ano do Ensino Médio, turma “A”, turno da manhã, na Escola Estadual Nossa Senhora da Penha, Gameleira-PE.

domingo, 8 de outubro de 2017

A Trajetória do Pr. Laelson Lira: Preleção em Homenagem aos 44 anos de Ministério


Publicado em 2017, o livro "A Trajetória do Pr. Laelson Lira: Preleção em Homenagem aos 44 anos de Ministério", narra a vida e a obra do pastor da Assembleia de Deus de Gameleira. Está dividido em oito capítulos: 
     1. A conversão ao evangelho
     2. O chamado para o ministério
     3. O início do pastorado
     4. A obra de Deus em Machados
     5. O trabalho nas filiais
     6. A gestão em Gameleira
     7. A construção do novo templo sede
     8. A dedicação à obra do Senhor
No final, há uma galeria de fotos para o leitor viajar no tempo. Foi lançada uma pequena tiragem de 50 exemplares pela Editora Garcia. O livro esgotou-se rapidamente. 

terça-feira, 23 de agosto de 2016

ÉTICA: IDENTIDADE E ALTERIDADE


Prof. Lucio Mauro Lira de Lima
1. ÉTICA E MORAL

1.1. A Moral

            Os conceitos de moral e ética, ainda que diferentes, são com frequência usados como sinônimos. No então, podemos estabelecer algumas diferenças entre esses conceitos.
            A moral é o conjunto das regras de condutas admitidas em determinada época ou por um grupo de pessoas. A ética ou filosofia moral é a parte da filosofia que se ocupa com a reflexão a respeito das noções e princípios que fundamentam a vida moral.
            O comportamento moral varia de acordo com o tempo e o lugar, conforme as exigências das condições nas quais as pessoas se organizam ao estabeleceram as formas de relacionamento e as práticas de trabalho.

1.2. A Ética

            A ética é um dos ramos tradicionais da árvore filosófica. Vejamos o que diz o filósofo W. C. Young sobre o assunto:
ÉTICA. A ética ou filosofia moral é a parte da axiologia (teoria dos valores) que se ocupa da conduta humana, tanto individual como social. O que é o justo? O que é o bom? São as perguntas estabelecidas pelo filósofo moralista.
A ética é uma ciência normativa muito mais que descritiva. A psicologia é a ciência descritiva que se ocupa da personalidade, enquanto a ética é a ciência normativa; a sociologia é a ciência descritiva que se ocupa do grupo, enquanto a ética social é a ciência normativa do comportamento do grupo. De modo que a ética se ocupa não do que é, mais do que deve ser, do ideal.

2. ÉTICA PESSOAL E ÉTICA SOCIAL

2.1. Ética Pessoal (Padrão Moral Individual)

            Independente de leis governamentais ou regimentos de instituições sociais, cada indivíduo possui sua própria consciência que dita interiormente, no fundo da alma, leis que ela própria cria. Para cada indivíduo, até que o convençam do contrário, seu ponto de vista pessoal é a sua lei, ou a base dos princípios éticos que norteiam o seu comportamento.
            Por exemplo: há indivíduos que jamais usariam cabelos compridos. Outros por princípios religiosos jamais jogariam futebol. Há pessoas que não veem nenhum problema em rezar “o pai nosso”, seminu, por ocasião da oração na hora do deitar.  
Existem também cristãos que fazem uso do vinho em suas refeições. Porém, jamais frequentariam uma praia. Por outro lado, há muitos que vão à praia, porém, não tocariam em um copo de vinho. Outros não fariam nem uma coisa nem outra.
            O padrão moral pessoal varia de indivíduo para indivíduo. Dificilmente duas pessoas pensariam exatamente iguais. Naturalmente, em meio a tantas variantes, não se pode afirma que aquilo que alguém cria como padrão ético pessoal, seja o padrão ético verdadeiro, ou exprime o padrão ético absoluto.

2.2. Ética Social (Padrão Moral Coletivo)

            No pensamento coletivo as normas éticas também não são absolutas. Podemos ver no seguinte fato: a sociedade jamais aceitaria que uma pessoa andasse despida, exibindo a nudez pelo meio das ruas. Porém, esta mesma sociedade admite que uma pessoa fique nua em um palco de boate exibindo seu corpo diante de uma plateia.
A ética social exprime o pensamento ou o comportamento da coletividade. Não representa um princípio ético absoluto. As constantes mudanças nas leis governamentais e as insatisfações populares mostram que as normas éticas vêm sofrendo alterações com o decorrer do tempo.
Hoje, se assiste a filmes e a programas que jamais seriam exibidos há algumas décadas atrás. A ética em relação às vestimentas pessoais também vem sofrendo mudanças. Continuará sempre assim, desde que não haja um padrão que represente um princípio ético de vestimenta para todos os tempos. Os valores da ética social estão sempre sendo questionados. Os valores sociais são mutáveis porque nenhum deles representa um valor definitivo ou eterno.

3. ABORDAGENS E ALTERNATIVAS ÉTICAS BÁSICAS

PROBLEMA: É correto mentir para salvar uma vida? Contar a verdade é mais importante do que salvar vidas? A pessoa conta uma mentira para salvar uma vida, ou sacrifica uma vida para salvar a verdade?

3.1. O Antinomismo Ético

            Mentir não é certo nem errado. Não há normas. Há uma frouxidão da lei moral. Não existem leis éticas relevantes. A palavra antinomismo significa “contra a lei” ou “sem lei”. As normas éticas usadas pelos homens são subjetivas. Tem relevância apenas emotiva. Não existe uma norma ética inquebrável. Qualquer posição tomada não seria nem certo, nem errado.

3.2. O Absolutismo Ético

            O absolutismo afirma que só pode haver uma norma. Ela é inquebrável. Existe uma lei ética que não se pode transgredir. Não podemos de nenhuma maneira faltar com a verdade. Muitas pessoas são absolutistas em sua maneira de ver e avaliar a conduta humana. É fato comprovado, vários indivíduos afirmam: “É assim e pronto!” O absolutista, não aceita outro ponto vista. Não quer outra opinião diferente da sua.

3.3. O Situacionismo Ético

            Afirma que existe uma norma universal. Mentir é sempre errado. Mas, o amor está acima da lei. Para o situacionista, aonde o amor e o bem prevalecem a quebra da ética é aceitável. O situacionismo avalia a razão pela qual a ética ou um mandamento deixam ou não de prevalecer e aceita como válida ou viável a transgressão de um princípio moral.
REFERÊNCIAS
ARANHA, Maria Lúcia A.; MARTINS, Maria Helena P. Filosofando: Introdução à Filosofia. 3ª edição revista. São Paulo: Moderna, 2006.
BRITO, Robson. Ética Cristã. Programa do Curso Bacharel em Teologia. Itaguaí: FASTE, s.d.
EQUIPE CIRANDA CULTURAL. Minidicionário de Espanhol. São Paulo: Ciranda Cultural, s.d.
GEISLER, Norman L. Ética Cristã: Alternativas e Questões Contemporâneas. São Paulo: Vida Nova, 2008.
YOUNG, Warren C. Un Enfoque Cristiano a La Filosofia. Chicago: Baker Book House, s.d.